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Primeira semana da Quaresma
Terça-feira: dia de rezar por nossas famílias

É comum pensar: “Com esta família é difícil ser cristão” e também: “Se meu ambiente de trabalho fosse outro...”

Certamente há relacionamentos muito difíceis. Mas como cristãos devemos procurar transformar toda situação com a graça de Deus.

Conta São Josemaría Escrivá que uma santa pessoa, que tinha um superior mal humorado e iracundo, exclamava que era uma bênção divina ter encontrado uma pessoa que a cada delicadeza lhe respondia com dois coices! – pois assim exercitava-se na humildade, na paciência. E devemos crer que essa humildade e paciência foi também instrumento de salvação para esse superior tão “de-mal-com-a-vida”.

Uma coisa que precisamos tirar de nosso pensamento é a noção de que as pessoas nos atrapalham na relação com Deus. Não podemos imaginar que o mundo seria melhor, ou que seríamos mais santos, se existíssemos apenas nós e Deus. A verdadeira fé, o verdadeiro amor a Deus, exercita-se na caridade com aqueles que Ele coloca em nosso caminho. Amar a Deus, certo, é bom: mas esse amor não é expresso unicamente em direção a Deus, pois em Deus estamos unidos a todos os Seus filhos, a toda a humanidade.

O Papa João Paulo II comentou na Audiência Geral de 13 de outubro de 1999 que, no Antigo Testamento, no fundamento da orientação para se amar a Deus completamente, repousa o amor de Deus pelo homem. “Este preceito, estabelecido no Deuteronômio, volta inalterado no ensinamento de Jesus, que define que ‘o primeiro e maior mandamento’, ao qual ele liga intimamente o amor ao próximo... A capacidade de amar como Deus ama, é oferecida a cada Cristão como fruto do mistério Pascal da morte e ressurreição”.

Prática sugerida: exercitar o diálogo e a oração em família, para que todos juntos cresçam na fé, na esperança, na caridade.

 


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